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Medalha do Mérito Dom João VI: Prêmio Nacional da Imprensa Brasileira

Rei Dom João VI: Patrono da Imprensa Brasileira

 

Medalha do Mérito Dom João VI

Prêmio Nacional da Imprensa Brasileira

Cerimônia de Outorga 2004

Palácio do Congresso Nacional - Câmara dos Deputados

14 de Outubro de 2004

Brasília - Distrito Federal - Brasil 

 

Palácio do Congresso Nacional - Câmara dos Deputados - Auditório Nereu Ramos - Solenidade do Mérito Dom João VI - Ano 2004

 

 

 

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Solenidade no Palácio do Congresso Nacional Homenagearam Japoneses e Brasileiros com a Medalha do Mérito Dom João VI

 

O Instituto Brasileiro de Estudos Monárquicos (IBEM Nacional) e o Instituto Brasileiro de Estudos Governamentais (IBEG),  com os apoios institucionais da Federação Nacional da Imprensa / Federação das Associações de Imprensa do Brasil (Fenai-Faibra) e Associação da Imprensa do Distrito Federal (AIDF), homenagearam renomadas personalidades do Japão e Brasil, com a outorga do Mérito Dom João VI - Prêmio Nacional da Imprensa Brasileira em solenidade que aconteceu  no dia 14 de Outubro de 2004 em Brasília, no Palácio do Congresso Nacional, seguida de Jantar de Gala no Salão Azul do Hotel Nacional.

Todos as personalidades contempladas foram indicadas ao Conselho Superior para a Outorga do Prêmio Nacional da Imprensa Brasileira - Mérito Dom João VI, única e exclusivamente, em razão de seus méritos pessoais decorrentes de suas atuações empresarias e de comunicação que estão contribuindo para a livre iniciativa e a defesa de imprensa e de expressão. 

A Cerimônia Solene contou com a presença de Sua Alteza Imperial e Real Príncipe Dom Antônio de Orleans e Bragança representando a Família Imperial Brasileira, também contemplado com o Mérito Dom João VI.

Comemoração da Imigração Japonesa - Os homenageados escolhidos pela sua atuação em âmbito mundial, em um evento que abriu antecipadamente as comemorações do centenário da imigração japonesa no Brasil que teve início em 1908, num acordo entre os governos do Brasil e do Japão, contou com a presença de importantes personalidades de renomes dos dois Países, que lembraram aquele dia 28 de abril de 1908, em que 781 japoneses partiram de Kobe, no Japão, à bordo do navio à vapor Kasato Maru, tendo a maior parte dos japoneses saído das cidades de Okinawa, Kagoshima, Fukushima e Hiroshima. Chegaram ao porto de Santos em 18 de junho de 1908, após 52 dias de viagem.

Depois desses pioneiros, milhares de imigrantes japoneses continuaram a chegar ao Brasil, contribuindo para o desenvolvimento e progresso do Brasil e o fortalecimento dos laços entre as duas importantes Nações. A Cerimônia aconteceu no Auditório Nereu Ramos da Câmara dos Deputados seguida de um Jantar de Gala com as presenças de autoridades governamentais e diplomáticas. 

 

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Solenidade do Mérito Dom João VI contou a presença de representante da Família Imperial Brasileira: Sua Alteza Imperial e Real, o Príncipe Dom Antonio de Orleans e Bragança 

 

Sua Alteza Imperial e Real Príncipe
Dom Antônio João de Orleans e Bragança



S.A.R. D. Antonio João Maria José Jorge Miguel Rafael Gabriel Gonzaga de Orleans e Bragança (nascido em 24-VI-50) é o sétimo filho de S.A.I.R. o Príncipe D. Pedro Henrique de Orleans e Bragança (Chefe da Casa Imperial do Brasil até 1981, ano do seu falecimento) e de S.A.I.R. a Princesa D. Maria da Baviera de Orleans e Bragança; é bisneto da Princesa Isabel, trineto de D. Pedro II., tetraneto de D. Pedro I, e irmão e segundo sucessor de S.A.I.R. o Príncipe D. Luiz de Orleans e Bragança, atual Chefe da Casa Imperial do Brasil. 

Assim, por linha paterna, descende o Príncipe D. Antônio, dos monarcas da Casa de Bragança, que reinaram em Portugal de 1640 a 1910, e no Brasil, de 1822 a 1889. Ainda pela mesma linha, provém ele da Casa Real da França, unida à Casa Imperial do Brasil pelo casamento do Príncipe Gastão de Orleans, Conde D'Eu com a Princesa Isabel. Por linha materna é bisneto do Rei Luiz III da Baviera, da Casa Real de Wittelsbach, una das mais antigas da Europa. 

Brasileiro, nascido em Rio de Janeiro a 24 de Junho de 1950, casou-se em 25 de setembro de 1981 com S.A. D. Cristina de Ligne, nascida em Beloeil (Bélgica) em 11-VIII-55, filha do Príncipe Antônio de Ligne e da Princesa Alice de Luxemburgo. Do feliz matrimonio nasceram-lhe quatro filhos: D. Pedro Luiz, Da. Amélia, D. Rafael e Da. Maria Gabriela.

É diplomado em Engenharia Civil, Área de Projetos de Grandes Estruturas, pela Universidade de Barra do Piraí, ligada ao complexo da Companhia Siderúrgica Nacional, em 1976. Nas artes plásticas é reconhecido pela exigente crítica internacional como exímio aquarelista com perfeito domínio da difícil técnica das aquarelas.

 

 

Homenageados Nipônicos em 2004:

 

 

Hiroshi Okuda  - Chairman Toyota Motors Corporation

 

Fujio Cho - Presidente Toyota Motors Corporation

 

Jun-ichi Nishizawa - Pres. da Iwate Prefectual University

         

 

 

Hiromichi Toriba - Presidente da Doutor Coffee Co, Ltd - Tokio - Japan

 

Dan Yano - Special Advisor to Yano Economic Research Institute

 

Seiji Ozawa - Maestro - Categoria Regente Sinfônico - Tokio - Japan

         

 

 

Mari Fujita - FSUN Fundation for the Support of the UN

 

Shinji Kumazawa - Chairman CEO da SP Mining Ltd.

 

Cineasta Akira Kurosawa - In Memorian

         
         

Homenageados Brasileiros em 2004:

 

 

Jornalista Bernadete Alves - Apresentadora do Programa Brasília na TV - TV Brasília Canal 6

Jornalista Adiles do Amaral

 

Ana Cláudia Badra

 

Jornalista Bernadete Alves

   

 

 

 

 

 

Jornalista Eduardo Lopes

 

Jornalista Ercy Torma

 

Jornalista Fernando Soares

         

 

 

  Jornalista Jerônimo Alves

 

Jornalista Joezil Barros

 

Governador Simão Jatene

         

Jornalista Lúcia Garófalo - Diretora Presidente da Brasília Super Rádio FM

 

 

Jornalista Lúcia Garófalo

 

Jorn. Hugueney Bisneto

 

Jornalista Luismar Rocha

 

 

 

 

 

 

 

Jornalista Natal Furucho

 

Deputado  Nicias Ribeiro

 

Jornalista Neuza Orlando

 

 

 

 

 

 

 

Jornalista Romeu Anelli

 

 

Jorn Wanderval Calaça

 

 

Deputado Caetano Amado

 

 

 

Senador Marcelo Crivella

 

 

Sen Juvêncio da Fonseca

 

  Empresário Luciano Piquet

 


Homenagens In Memorian
:
 

Jonatra Macedo (In Memorian)

Mário Garófalo (In Memorian)

 

O Prêmio e  Histórico

 

O Prêmio - O Prêmio Nacional da Imprensa Brasileira - Medalha do Mérito Dom João VI, foi instituído com o objetivo de homenagear, prestando reconhecimento público ao seu trabalho e às suas realizações, pessoas que, em suas áreas profissionais e institucionais, estão contribuindo  para o desenvolvimento, progresso e aprimoramento do ser humano e da humanidade.

A Imprensa - A transferência da Corte Portuguesa para o Brasil trouxe à então Colônia inestimáveis benefícios, dentre os quais a criação de uma imprensa oficial. Pelo decreto assinado em 13 de maio de 1808, o Príncipe Regente D. João criava a Impressão Régia no Rio de Janeiro, cujo objetivo era de imprimir, com exclusividade, todos os atos normativos e administrativos oficiais do governo. Em 10 de setembro de 1808, é impresso o primeiro jornal no Brasil, chamado Gazeta do Rio de Janeiro.

Primeira página do primeiro jornal impresso no Brasil, a Gazeta do Rio de Janeiro, de 10 de setembro de 1808.

A outorga - Os Conselhos Superiores das entidades: Instituto Brasileiro de Estudos Governamentais (IBEG), Instituto Brasileiro de Estudos Monárquicos (IBEM Nacional) e Associação da Imprensa do Distrito Federal (AIDF) e Federação Nacional da Imprensa / Federação das Associações de Imprensa do Brasil (Fenai/Faibra) indicam ilustres personalidades para serem homenageados com a outorga da Medalha do Mérito Dom João VI - Prêmio Nacional da Imprensa Brasileira.

Os Agraciados - Em todo o País poucas e seletas personalidades foram indicadas ao Conselho Superior para a Outorga do Prêmio Nacional da Imprensa Brasileira - Mérito Dom João VI. A Cerimônia em 2004 aconteceu em Brasília (DF) no dia 14 de outubro no Auditório Nereu Ramos da Câmara dos Deputados no Palácio do Congresso Nacional seguida de Jantar de Gala no Salão Azul do Hotel Nacional.

As Chancelas - A promoção da Fenai/Faibra (Federação Nacional da Imprensa / Federação das Associações de Imprensa do Brasil), com as chancelas do IBEM Nacional (Instituto Brasileiro de Estudos Monárquicos) e do IBEG Brasil (Instituto Brasileiro de Estudos Governamentais),  com os apoios institucionais da ABI-DF (Associação Brasiliense de Imprensa) e da AIDF (Associação da Imprensa do Distrito Federal), contou com o patrocínio da ABN Agência Brasileira de Notícias.

Dom João VI - A significativa homenagem se presta na figura ímpar do Rei D. João VI, Patrono da Imprensa Brasileira, o segundo filho da rainha de Portugal, dona Maria I, Princesa do Brasil, com seu tio-marido Dom Pedro III.

Dom João Maria José Francisco Xavier de Paula Luis Antonio Domingos Rafael. 

Em 13 de maio de 1767, no Palácio Real da Ajuda, próximo a Lisboa, nasceu aquele que seria um dia dom João VI, tendo por padrinho de batismo o rei da França, Luís XV. Com a morte prematura de seu irmão mais velho, José (1788), passou à sucessão direta do trono português.

Aos 18 anos casou-se com dona Carlota Joaquina, de 10 anos, filha do rei Carlos IV de Espanha. No conturbado casamento foram gerados nove filhos, entre eles dom Pedro e dom Miguel, respectivamente soberanos no Brasil e em Portugal.

A enfermidade da rainha Maria I levou-o, em 15 de julho de 1799, ao título de Príncipe Regente, após sete anos de governo como herdeiro da Coroa. Ao saber que as tropas francesas, comandadas pelo General Junot, avançavam pelo interior de Portugal, tomou a decisão de trazer para o Brasil, em 1807, a capital do reino.

(1816-1826: D. João VI a D. Pedro IV) - Só no reinado de D. João VI (1816-1826), quando as invasões napoleônicas forçam a Corte a vir para o Brasil, se inaugura uma nova bandeira: a chamada brasileira. A esfera armilar, um antigo emblema pessoal de D. Manuel e já usado na bandeira das naus da carreira do Brasil, foi apropriadamente acrescentada por este à bandeira real, para simbolizar o Reino de Portugal e Brasil, sendo a coroa colocada em cima da esfera. O escudo volta a ter a ponta redonda, no formato português.

A resolução da transferência da corte para o Brasil manteve intacto o poder soberano dos Braganças, evitando que ocorresse em Portugal o mesmo que na Espanha e em outros reinos, onde os governantes foram feitos reféns do imperador Napoleão. Dom João punha em prática um plano já arquitetado pelo Marquês de Pombal 50 anos antes.

Segundo Maria Beatriz Nizza da Silva é "difícil saber ao certo quantas pessoas aportaram em Salvador e no Rio de Janeiro". A esquadra, composta de 8 naus, 3 fragatas, 2 briques, uma escuna e uma charrua de mantimentos, além de 21 navios comerciais, trouxe a família real, ministros, auxiliares, a corte e tudo que puderam organizar nos dois meses que antecederam a partida de Lisboa para o Brasil.

Chegada da Família Real Portuguesa à Bahia - Portinari - 1952, óleo s/ tela, 47X71cm

Na Bahia chegaram a 23 de janeiro de 1808, onde permaneceram por quase um mês. A estada foi marcada pela assinatura, em 28 de janeiro, da carta régia que determinava a abertura dos portos brasileiros ao comércio exterior. Em 7 de março de 1808 ancoravam na Baía da Guanabara, no Rio de Janeiro, onde permaneceram até 26 de abril de 1821. Iniciava-se uma nova fase na história do Brasil e de Portugal.

A abertura dos portos, o livre comércio, a introdução de hábitos culturais e industriais, a criação de importantes instituições como a Imprensa Régia, a Real Junta de Comércio, e as Academias modificaram definitivamente o perfil do país colônia, com a introdução de novas forças sociais.

A presença da corte portuguesa no Rio de Janeiro alterou o panorama do cotidiano da cidade que expandiu o traçado urbano, introduziu novos estilos arquitetônicos e apresentou à sociedade uma maneira cosmopolita de viver. Entre saraus, festas, apresentações teatrais, efervescia a vida política, social e cultural. De 1808 a 1821 foram recriadas na colônia americana as instituições portuguesas que permitiram o funcionamento do Estado português, confirmando a citação de Oliveira Lima que "o regente e rei D. João VI veio criar e realmente fundou na América, um império".

Bandeira do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve (1816-1821) - Após a vinda da família real para o Brasil em 1808, o Brasil passou por várias transformações, e entre elas, a elevação a Reino Unido. Criado em 1815, o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve só ganhou uma bandeira em 13 de maio de 1816.

Em 1820 eclodiu, no Porto, a revolução liberal que provocou o regresso da Corte em 1821. Dom João VI governou até sua morte no dia 10 de março de 1826, com quase 59 anos. Terminava um reinado repleto de complexos problemas pessoais e governamentais. Ao regressar a Portugal deixou no Brasil seu filho Pedro, que no ano seguinte proclamaria a independência da Colônia.

Dom João VI, o rei que amou o Brasil e lançou as bases para emancipação política brasileira é pouco conhecido de uns e mal compreendido por outros. O marquês de Caravelas, em 1826, discursando no Senado por ocasião da morte do Rei disse: nós todos que aqui estamos temos muitas razões para nos lembrarmos da memória de dom João VI, todos lhe devemos ser gratos, pelos benefícios que nos fez: elevou o Brasil a reino, procurou por todos o seu bem, tratou-nos sempre com muito carinho e todos os brasileiros lhe são obrigados".

 

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A Cobertura da Imprensa
Comenda e Medalha do Mérito D. João VI

 

E o Registro no Anais do Congresso Nacional
Medalha do Mérito 2004

 

Solenidades Realizadas:

 

 

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Organização, Chancelas e Apoios Institucionais:

Ibem Nacional - Instituto Brasileiro de Estudos Monárquicos - Brasília DF

 

 

Associação da Imprensa do Distrito Federal (AIDF) / Associação Brasiliense de Imprensa (ABI)

 

Instituto Brasileiro de Estudos Governamentais (IBEG) - Brasília DF

 

 

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Todos os homenageados são distinguidos unicamente pelos seus próprios méritos pessoais e profissionais.

Eventuais abordagens devem ser descartada e, se possível, comunicada as autoridades policiais ou a Fenai-Faibra.

 

 

 

 

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