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Medalha do Mérito Dom João VI: Prêmio Nacional da Imprensa Brasileira

Rei Dom João VI: Patrono da Imprensa Brasileira

 

Medalha do Mérito Dom João VI

Prêmio Nacional da Imprensa Brasileira

Cerimônia de Outorga 2006

Salão Azul do Hotel Nacional

Brasília - Distrito Federal - Brasil 

10 de Agosto de 2006

 

 

Os Agraciados

 

Em todo o País poucas e seletas personalidades são indicadas para a Outorga do Mérito Dom João VI. Em ocasiões em efemérides propícias também são indicadas ilustres personalidades de outros países.

 

Os Homenageados em 2006

 

 

José Manuel Barroso
Presidente da Agência Lusa Portugal

 

Carlos Geraldo
Diretor Geral da TV Record DF

 

Arthur Rezende
Colunista de O Popular de Goiânia

 

Ivan Paes Barbosa
Diretor das Afiliadas Record de MS

 

Ruben Parrila
Presidente da Imagem Promoções

 

Feichas Martins
Presidete do IPEB

 

Marconi Antônio de Sousa
Presidente da Valecard do Brasil

 

Antônio Augusto de Moraes
Empresário de Sucesso

 

Janete Rico
Consultora Internacional

 

Vicky Tavares
Presidente da Ong Vida Positiva

 

Lilian Sá
Vereadora da CMRJ - Rio de Janeiro

 

Palmerinda Donato
Presidente do Clube Internacional

 

Marcus Vinicius Britto Dias
Presidente da MFB Assessoria

 

Délio Cardoso
Apresentador de TV

 

Vieira Reis
Deputado Federal

 

Kurt Pessek
Articulista e Escritor

 

Sérgio Andrade
Presidente da Agenciauto

 

Pier Luigi Nava
Designe Internacioal

 

José Wilson Granjeiro
Presidente do OBCURSOS

 

Alberto Fraga
Deputado Federal

 

Manuel Lopes
Pres. da Ass. de Imprensa da Barra

 

José Ricardo Marques
Presidente do Grupo Ambient

 

Major Elizeu Santos do Nascimento
Regente da Banda Sinfônica da PMDF

 

Coronel Flávio Lúcio de Carvalho
Comandante da Polícia Militar do DF

 

 

 

 

 

Marconi Delmiro
Presidente da Angioplastic

Walter Estevan Jr.
Presidente da ABRARJ

Antonio Lessa
Presidente do JI

 

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O Prêmio e  Histórico

 

O Prêmio - O Prêmio Nacional da Imprensa Brasileira - Comenda do Mérito e Medalha do Mérito Dom João VI, foi instituído com o objetivo de homenagear, prestando reconhecimento público ao seu trabalho e às suas realizações, pessoas que, em suas áreas profissionais e institucionais, estão contribuindo  para o desenvolvimento, progresso e aprimoramento do ser humano e da humanidade.

A Imprensa - A transferência da Corte Portuguesa para o Brasil trouxe à então Colônia inestimáveis benefícios, dentre os quais a criação de uma imprensa oficial. Pelo decreto assinado em 13 de maio de 1808, o Príncipe Regente D. João criava a Impressão Régia no Rio de Janeiro, cujo objetivo era de imprimir, com exclusividade, todos os atos normativos e administrativos oficiais do governo. Em 10 de setembro de 1808, é impresso o primeiro jornal no Brasil, chamado Gazeta do Rio de Janeiro.

Primeira página do primeiro jornal impresso no Brasil, a Gazeta do Rio de Janeiro, de 10 de setembro de 1808.

Chancelas - O Evento contam com as Chancelas do IBEG Brasil (Instituto Brasileiro de Estudos Governamentais), IBEM Nacional (Instituto Brasileiro de Estudos Monárquicos),  Fenai/Faibra (Federação Nacional da Imprensa / Federação das Associações de Imprensa do Brasil) e AIDF (Associação da Imprensa do Distrito Federal).

A outorga - Os Conselhos Superiores das entidades: Federação Nacional da Imprensa / Federação das Associações de Imprensa do Brasil (Fenai/Faibra), Instituto Brasileiro de Estudos Governamentais (IBEG), Instituto Brasileiro de Estudos Monárquicos (IBEM Nacional) e Associação da Imprensa do Distrito Federal (AIDF), indicam ilustres personalidades para serem homenageados com a outorga da Comenda do Mérito Dom João VI - Prêmio Nacional da Imprensa Brasileira.

Os Agraciados - Em todo o País poucas e seletas personalidades foram indicadas ao Conselho Superior para a Outorga do Prêmio Nacional da Imprensa Brasileira - Mérito Dom João VI. Em 2006 a Cerimônia de outorga aconteceu no dia 10 de agosto no Salão Azul do Hotel Nacional em Brasília - DF.

Dom João VI - A significativa homenagem se presta na figura ímpar do Rei D. João VI, Patrono da Imprensa Brasileira, o segundo filho da rainha de Portugal, dona Maria I, Princesa do Brasil, com seu tio-marido dom Pedro III.

Dom João Maria José Francisco Xavier de Paula Luis Antonio Domingos Rafael. 

Em 13 de maio de 1767, no Palácio Real da Ajuda, próximo a Lisboa, nasceu aquele que seria um dia dom João VI, tendo por padrinho de batismo o rei da França, Luís XV. Com a morte prematura de seu irmão mais velho, José (1788), passou à sucessão direta do trono português.

Aos 18 anos casou-se com dona Carlota Joaquina, de 10 anos, filha do rei Carlos IV de Espanha. No conturbado casamento foram gerados nove filhos, entre eles dom Pedro e dom Miguel, respectivamente soberanos no Brasil e em Portugal.

A enfermidade da rainha Maria I levou-o, em 15 de julho de 1799, ao título de Príncipe Regente, após sete anos de governo como herdeiro da Coroa. Ao saber que as tropas francesas, comandadas pelo General Junot, avançavam pelo interior de Portugal, tomou a decisão de trazer para o Brasil, em 1807, a capital do reino.

(1816-1826: D. João VI a D. Pedro IV) - Só no reinado de D. João VI (1816-1826), quando as invasões napoleônicas forçam a Corte a vir para o Brasil, se inaugura uma nova bandeira: a chamada brasileira. A esfera armilar, um antigo emblema pessoal de D. Manuel e já usado na bandeira das naus da carreira do Brasil, foi apropriadamente acrescentada por este à bandeira real, para simbolizar o Reino de Portugal e Brasil, sendo a coroa colocada em cima da esfera. O escudo volta a ter a ponta redonda, no formato português.

A resolução da transferência da corte para o Brasil manteve intacto o poder soberano dos Bragança, evitando que ocorresse em Portugal o mesmo que na Espanha e em outros reinos, onde os governantes foram feitos reféns do imperador Napoleão. Dom João punha em prática um plano já arquitetado pelo Marquês de Pombal 50 anos antes.

Segundo Maria Beatriz Nizza da Silva é "difícil saber ao certo quantas pessoas aportaram em Salvador e no Rio de Janeiro". A esquadra, composta de 8 naus, 3 fragatas, 2 briques, uma escuna e uma charrua de mantimentos, além de 21 navios comerciais, trouxe a família real, ministros, auxiliares, a corte e tudo que puderam organizar nos dois meses que antecederam a partida de Lisboa para o Brasil.

Chegada da Família Real Portuguesa à Bahia - Portinari - 1952, óleo s/ tela, 47X71cm

Na Bahia chegaram a 23 de janeiro de 1808, onde permaneceram por quase um mês. A estada foi marcada pela assinatura, em 28 de janeiro, da carta régia que determinava a abertura dos portos brasileiros ao comércio exterior. Em 7 de março de 1808 ancoravam na Baía da Guanabara, no Rio de Janeiro, onde permaneceram até 26 de abril de 1821. Iniciava-se uma nova fase na história do Brasil e de Portugal.

A abertura dos portos, o livre comércio, a introdução de hábitos culturais e industriais, a criação de importantes instituições como a Imprensa Régia, a Real Junta de Comércio, e as Academias modificaram definitivamente o perfil do país colônia, com a introdução de novas forças sociais.

A presença da corte portuguesa no Rio de Janeiro alterou o panorama do cotidiano da cidade que expandiu o traçado urbano, introduziu novos estilos arquitetônicos e apresentou à sociedade uma maneira cosmopolita de viver. Entre saraus, festas, apresentações teatrais, efervescia a vida política, social e cultural. De 1808 a 1821 foram recriadas na colônia americana as instituições portuguesas que permitiram o funcionamento do Estado português, confirmando a citação de Oliveira Lima que "o regente e rei D. João VI veio criar e realmente fundou na América, um império".

Bandeira do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve (1816-1821) - Após a vinda da família real para o Brasil em 1808, o Brasil passou por várias transformações, e entre elas, a elevação a Reino Unido. Criado em 1815, o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve só ganhou uma bandeira em 13 de maio de 1816.

Em 1820 eclodiu, no Porto, a revolução liberal que provocou o regresso da Corte em 1821. Dom João VI governou até sua morte no dia 10 de março de 1826, com quase 59 anos. Terminava um reinado repleto de complexos problemas pessoais e governamentais. Ao regressar a Portugal deixou no Brasil seu filho Pedro, que no ano seguinte proclamaria a independência da Colônia.

Dom João VI, o rei que amou o Brasil e lançou as bases para emancipação política brasileira é pouco conhecido de uns e mal compreendido por outros. O marquês de Caravelas, em 1826, discursando no Senado por ocasião da morte do Rei disse: nós todos que aqui estamos temos muitas razões para nos lembrarmos da memória de dom João VI, todos lhe devemos ser gratos, pelos benefícios que nos fez: elevou o Brasil a reino, procurou por todos o seu bem, tratou-nos sempre com muito carinho e todos os brasileiros lhe são obrigados".

 

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A Cobertura da Imprensa
Comenda e Medalha do Mérito D. João VI

 

E o Registro no Anais do Congresso Nacional
 

Solenidades Realizadas:

 

 

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Organização, Chancelas e Apoios Institucionais:

 

Ibem Nacional - Instituto Brasileiro de Estudos Monárquicos - Brasília DF

 

 

Apoios Institucionais:

 

Associação da Imprensa do Distrito Federal (AIDF) / Associação Brasiliense de Imprensa (ABI)

 

Federação das Associações de Imprensa do Brasil (Faibra-Fenai) - Fundada em 1939 pelo jornalista Edgar Leuenroth (1881-1968)

  Federação das Associações de Imprensa do Brasil

Federação Nacional da Imprensa

 

Instituto Brasileiro de Estudos Governamentais (IBEG) - Brasília DF

 

 

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AVISO IMPORTANTE

Homenagens e Premiações

 

INFORMAÇÃO RELEVANTE SOBRE AS HOMENAGENS E PREMIAÇÕES

A Federação Nacional da Imprensa / Federação das Associações de Imprensa do Brasil (Fenai-Faibra) e entidades parceiras, alertam que em todos os seus eventos de premiações e homenagens, os galardões são concedidos aos distinguidos sem quaisquer tipo de contra-partida e que não são cobradas nenhuma modalidade de adesões, doações e ajudas de quaisquer espécies, em nenhuma hipótese e situação. Fotos e vídeos gravados dos eventos são oferecidos gratuitamente aos homenageados e os mesmos nunca são vendidos sob o pretexto de auxiliar as entidades promotoras. Da mesma forma nunca é solicitado ajuda financeira para divulgação do evento ou do homenageado na mídia.

Todos os homenageados são distinguidos unicamente pelos seus próprios méritos pessoais e profissionais.

Eventuais abordagens devem ser descartada e, se possível, comunicada as autoridades policiais ou a Fenai-Faibra.

 

 

 

 

 

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SRTVS - ED. PALÁCIO DA IMPRENSA - BRASÍLIA DF

Telefones: (61) 3041-7967 - WhatsApp: (61) 98184-4047

 

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