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Medalha do Mérito Dom João VI

Rei Dom João VI

 

Medalha e Diploma do Mérito Dom João VI

Prêmio Nacional da Imprensa Brasileira

Cerimônia de Outorga 2007

Embaixada de Portugal - Instituto Camões

25 de Junho de 2007

Brasília - Distrito Federal - Brasil 

 

 

Os Agraciados na Solenidade de Outorga da Medalha e Diploma do Mérito Dom João VI nas dependências do Instituto Camões na Embaixada de Portugal em Brasília - Ano 2007 / Foto: ABN Agência Brasileira de Notícias / Brazilian News Agency [ www.abn.com.br ]

 

 

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Os Agraciados

Em todo o País poucas e seletas personalidades são indicadas para a Outorga do Mérito Dom João VI. Em ocasiões em efemérides propícias também são indicadas ilustres personalidades de outros países.

 

Os Homenageados em 2007

Foto: ABN Agência Brasileira de Notícias / Brazilian News Agency [ www.abn.com.br ]

 

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Diplomata Adriano Jordão, Diretor do Instituto Camões e Conselheiro Cultural Embaixada de Portugal   Embaixador Muhammad Haroon Shaukat da República Islâmica do Paquistão.

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Embaixador Leovigildo da Costa e Silva da República de Angola   Embaixador Murade Isaac Miguigy Murargy da República de Moçambique

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Jornalista Jane Godoy, Colunista do Correio Braziliense   Promotora Cultural Mercedes Urquiza, Pioneira Brasiliense e Historiadora

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Empresário Voriques de Oliveira,  Presidente das Opticas Voriques   Empresário Eraldo Alves da Cruz, Presidente da ABIH

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Jornalista Henrique Chaves, Apresentador da TV Record Brasília   Advogado e Empresário Rogério de Avelar, Presidente da Revista WFrade

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Empresário Carlos Fernando de Carvalho, Presidente da Carvalho Hosken Engenharia   Jornalista Pedro Torre, colunista do jornal DF Notícias e do Jornal da Imprensa

 

Embaixador Daniel António Pereira da República de Cabo Verde 

 

Embaixador Francisco Seixas da Costa da República de Porturgal

   

 

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Advogado e Jurista Sebastião Gomes da banca Pereira Gomes e Associados    


 

 

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A Solenidade em 2007

 

 

 

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Convidado Oficial da Cerimônia:

Sua Alteza Imperial e Real, o Príncipe

D. BERTRAND DE ORLEANS E BRAGANÇA

 

 

O Príncipe D. Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil é o terceiro dos doze filhos do Príncipe D. Pedro Henrique de Orleans e Bragança (1909-1981), Chefe da Casa Imperial do Brasil até seu falecimento; é neto de D. Luiz de Orleans e Bragança (1878-1921), o Príncipe Perfeito , bisneto da Princesa Isabel, a Redentora , e trineto do Imperador Dom Pedro II, último monarca dos brasileiros.

Os Imperadores do Brasil, bem como os Reis de Portugal desde o século XVII, pertenceram à dinastia de Bragança, a qual teve sua origem em fins do século XIV, na figura heróica e legendária do Santo Condestável de Portugal, o Bem-Aventurado D. Nun'Alvares Pereira.

Por sua Mãe, a Princesa Dona Maria da Baviera de Orleans e Bragança, D. Bertrand herdou as tradições da Família de Wittelsbach, a Casa Real da Baviera, uma das mais antigas da Europa, remontando ao século IX.

Por seu bisavô o Príncipe Gastão de Orleans, Conde d'Eu, esposo da Princesa Isabel e herói da Guerra do Paraguai, D. Bertrand descende da Casa Real Francesa, provindo em linha direta de Hugo Capeto e de São Luís IX, o Rei-Cruzado.

Descendendo de Reis, Santos e Heróis, de Fundadores de Impérios e Cruzados, o Príncipe Imperial recebeu uma educação à altura das tradições que encarna.

Nascido em 1941, em Mandelieu, no sul da França, onde o exílio da Família Imperial e a II Grande Guerra retivera seus Pais, D. Bertrand veio para o Brasil logo após o término do conflito. Realizou seus estudos secundários em parte no Estado do Paraná, onde seu Pai se instalara como fazendeiro, em parte no Colégio Santo Inácio, dos padres jesuítas, no Rio de Janeiro. Cursou depois a tradicional Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, de São Paulo, formando-se como advogado em 1964.

Desde muito jovem recebeu esmerada formação católica, sendo orientado por seu Pai para o gosto pelo estudo doutrinário e a análise dos acontecimentos nacionais e internacionais. Participou com entusiasmo, nos bancos acadêmicos, das pugnas ideológicas que marcaram o Brasil na primeira metade dos anos sessenta. Foi sua formação completada com freqüentes viagens à Europa, uma das quais deu-se durante toda a primeira Sessão do Concílio Vaticano II, quando o jovem Príncipe tomou estreito contato com a intelectualidade católica acorrida a Roma para o magno evento.

Com a ascensão, em 1981, de seu irmão primogênito D. Luiz à Chefia da Casa Imperial do Brasil, D. Bertrand, que é seu imediato sucessor dinástico, assumiu a direção do Secretariado respectivo, incentivando a atividade dos monarquistas disseminados pelo País.

Além de sua ação individual em tal sentido, prestigia ele beneméritas instituições que atuam no mesmo campo, como Famiglia Domani , da Itália, de cujo Comitato Internazionale di Patronato é membro, O Amanhã de Nossos Filhos, do Brasil, a Fundación Argentina del Mañana , e outras.

Atento a tudo quanto respeita à soberania nacional, D. Bertrand tem alertado para as influências e iniciativas que afetem, de modo encoberto ou não, nossos direitos sobre a Amazônia. Pela mesma razão o Príncipe Imperial, ante campanhas de descrédito que visam as forças armadas, julga imperioso prestigiar o militar e o policial cumpridores do dever.

Afeito desde a infância ao campo e ao ar livre, D. Bertrand sempre encontrou tempo para a prática esportiva: equitação, caça, pesca submarina, esqui, foram atividades que em diferentes épocas o atraíram, dedicando-se ele hoje mais ao montanhismo e ao tiro. Piloto civil, é reservista da Força Aérea Brasileira.

Além do português, sua língua natal, D. Bertrand é fluente no francês e no castelhano, buscando presentemente aprimorar seu domínio do idioma inglês.

D. Bertrand é Bailio Grã-Cruz da Ordem da Rosa, Grã-Cruz da Ordem de Pedro I e demais Ordens Imperiais do Brasil, e Bailio Grã-Cruz da Ordem Constantiniana de São Jorge, da Casa Real de Bourbon Sicílias.

 

 

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O Prêmio e  Histórico

 

O Prêmio - O Prêmio Nacional da Imprensa Brasileira - Comenda do Mérito e Medalha do Mérito Dom João VI, foi instituído com o objetivo de homenagear, prestando reconhecimento público ao seu trabalho e às suas realizações, pessoas que, em suas áreas profissionais e institucionais, estão contribuindo  para o desenvolvimento, progresso e aprimoramento do ser humano e da humanidade.

A Imprensa - A transferência da Corte Portuguesa para o Brasil trouxe à então Colônia inestimáveis benefícios, dentre os quais a criação de uma imprensa oficial. Pelo decreto assinado em 13 de maio de 1808, o Príncipe Regente D. João criava a Impressão Régia no Rio de Janeiro, cujo objetivo era de imprimir, com exclusividade, todos os atos normativos e administrativos oficiais do governo. Em 10 de setembro de 1808, é impresso o primeiro jornal no Brasil, chamado Gazeta do Rio de Janeiro.

Primeira página do primeiro jornal impresso no Brasil, a Gazeta do Rio de Janeiro, de 10 de setembro de 1808.

A outorga - Os Conselhos Superiores das entidades: Instituto Brasileiro de Estudos Governamentais (IBEG),  Federação Nacional da Imprensa / Federação das Associações de Imprensa do Brasil (Fenai/Faibra),  Associação Brasiliense de Imprensa (ABI-DF) / Associação da Imprensa do Distrito Federal (AIDF), com a chancela do Instituto Brasileiro de Estudos Monárquicos (IBEM Nacional), indicam ilustres personalidades para serem agraciadas com a outorga da Medalha do Mérito Dom João VI - Prêmio Nacional da Imprensa Brasileira.

As Chancelas - A iniciativa da Federação Nacional da Imprensa (Fenai-Faibra) conta com as chancelas do Instituto Brasileiro de Estudos Monárquicos (IBEM Nacional) e do IBEG Brasil (Instituto Brasileiro de Estudos Governamentais), e tradicionalmente conta com o apoio da Agência Brasileira de Notícias (ABN) e da revista Poder Capital, além de outros renomados veículos de comunicação que prestigiam o importante evento que integra o calendário oficial da Imprensa Brasileira.

Dom João VI - A significativa homenagem se presta na figura ímpar do Rei D. João VI, Patrono da Imprensa Brasileira, o segundo filho da rainha de Portugal, dona Maria I, Princesa do Brasil, com seu tio-marido dom Pedro III.

Dom João Maria José Francisco Xavier de Paula Luis Antonio Domingos Rafael. 

Em 13 de maio de 1767, no Palácio Real da Ajuda, próximo a Lisboa, nasceu aquele que seria um dia dom João VI, tendo por padrinho de batismo o rei da França, Luís XV. Com a morte prematura de seu irmão mais velho, José (1788), passou à sucessão direta do trono português.

Aos 18 anos casou-se com dona Carlota Joaquina, de 10 anos, filha do rei Carlos IV de Espanha. No casamento foram gerados nove filhos, entre eles dom Pedro e dom Miguel, respectivamente soberanos no Brasil e em Portugal.

A enfermidade da rainha Maria I levou-o, em 15 de julho de 1799, ao título de Príncipe Regente, após sete anos de governo como herdeiro da Coroa. Ao saber que as tropas francesas, comandadas pelo General Junot, avançavam pelo interior de Portugal, tomou a decisão de trazer para o Brasil, em 1807, a capital do reino.

(1816-1826: D. João VI a D. Pedro IV) - Só no reinado de D. João VI (1816-1826), quando as invasões napoleônicas forçam a Corte a vir para o Brasil, se inaugura uma nova bandeira: a chamada brasileira. A esfera armilar, um antigo emblema pessoal de D. Manuel e já usado na bandeira das naus da carreira do Brasil, foi apropriadamente acrescentada por este à bandeira real, para simbolizar o Reino de Portugal e Brasil, sendo a coroa colocada em cima da esfera. O escudo volta a ter a ponta redonda, no formato português.

A resolução da transferência da corte para o Brasil manteve intacto o poder soberano dos Bragança, evitando que ocorresse em Portugal o mesmo que na Espanha e em outros reinos, onde os governantes foram feitos reféns do imperador Napoleão. Dom João punha em prática um plano já arquitetado pelo Marquês de Pombal 50 anos antes.

Segundo Maria Beatriz Nizza da Silva é "difícil saber ao certo quantas pessoas aportaram em Salvador e no Rio de Janeiro". A esquadra, composta de 8 naus, 3 fragatas, 2 briques, uma escuna e uma charrua de mantimentos, além de 21 navios comerciais, trouxe a família real, ministros, auxiliares, a corte e tudo que puderam organizar nos dois meses que antecederam a partida de Lisboa para o Brasil.

Chegada da Família Real Portuguesa à Bahia - Portinari - 1952, óleo s/ tela, 47X71cm

Na Bahia chegaram a 23 de janeiro de 1808, onde permaneceram por quase um mês. A estada foi marcada pela assinatura, em 28 de janeiro, da carta régia que determinava a abertura dos portos brasileiros ao comércio exterior. Em 7 de março de 1808 ancoravam na Baía da Guanabara, no Rio de Janeiro, onde permaneceram até 26 de abril de 1821. Iniciava-se uma nova fase na história do Brasil e de Portugal.

A abertura dos portos, o livre comércio, a introdução de hábitos culturais e industriais, a criação de importantes instituições como a Imprensa Régia, a Real Junta de Comércio, e as Academias modificaram definitivamente o perfil do país colônia, com a introdução de novas forças sociais.

A presença da corte portuguesa no Rio de Janeiro alterou o panorama do cotidiano da cidade que expandiu o traçado urbano, introduziu novos estilos arquitetônicos e apresentou à sociedade uma maneira cosmopolita de viver. Entre saraus, festas, apresentações teatrais, efervescia a vida política, social e cultural. De 1808 a 1821 foram recriadas na colônia americana as instituições portuguesas que permitiram o funcionamento do Estado português, confirmando a citação de Oliveira Lima que "o regente e rei D. João VI veio criar e realmente fundou na América, um império".

Bandeira do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve (1816-1821) - Após a vinda da família real para o Brasil em 1808, o Brasil passou por várias transformações, e entre elas, a elevação a Reino Unido. Criado em 1815, o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve só ganhou uma bandeira em 13 de maio de 1816.

Em 1820 eclodiu, no Porto, a revolução liberal que provocou o regresso da Corte em 1821. Dom João VI governou até sua morte no dia 10 de março de 1826, com quase 59 anos. Terminava um reinado repleto de complexos problemas pessoais e governamentais. Ao regressar a Portugal deixou no Brasil seu filho Pedro, que no ano seguinte proclamaria a independência da Colônia.

Dom João VI, o rei que amou o Brasil e lançou as bases para emancipação política brasileira é pouco conhecido de uns e mal compreendido por outros. O marquês de Caravelas, em 1826, discursando no Senado por ocasião da morte do Rei disse: nós todos que aqui estamos temos muitas razões para nos lembrarmos da memória de dom João VI, todos lhe devemos ser gratos, pelos benefícios que nos fez: elevou o Brasil a reino, procurou por todos o seu bem, tratou-nos sempre com muito carinho e todos os brasileiros lhe são obrigados".

 

 

A Cobertura da Imprensa
Comenda e Medalha do Mérito D. João VI

 

E o Registro no Anais do Congresso Nacional
Medalha do Mérito 2004

 

Solenidades Realizadas:

 

 

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Organização, Chancelas e Apoios Institucionais:

 

 

 

Instituto Brasileiro de Estudos Governamentais - IBEG BRASIL

 

Associação Brasiliense de Imprensa (ABI-DF) - Associação da Imprensa do Distrito Federal (AIDF)

 

 

Patrocínios:

 

 

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Revista PODER CAPITAL

 

 

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Homenagens e Premiações

 

INFORMAÇÃO RELEVANTE SOBRE AS HOMENAGENS E PREMIAÇÕES

A Federação Nacional da Imprensa / Federação das Associações de Imprensa do Brasil (Fenai-Faibra) e entidades parceiras, alertam que em todos os seus eventos de premiações e homenagens, os galardões são concedidos aos distinguidos sem quaisquer tipo de contra-partida e que não são cobradas nenhuma modalidade de adesões, doações e ajudas de quaisquer espécies, em nenhuma hipótese e situação. Fotos e vídeos gravados dos eventos são oferecidos gratuitamente aos homenageados e os mesmos nunca são vendidos sob o pretexto de auxiliar as entidades promotoras. Da mesma forma nunca é solicitado ajuda financeira para divulgação do evento ou do homenageado na mídia.

Todos os homenageados são distinguidos unicamente pelos seus próprios méritos pessoais e profissionais.

Eventuais abordagens devem ser descartada e, se possível, comunicada as autoridades policiais ou a Fenai-Faibra.

 

 

 

 

 

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